Local acometido pela lesão em n=698 praticantes de beach tennis

Avaliamos a relação entre a prática de outros esportes concomitantes ao BT (74,5%) e a ocorrência de lesões, não obtendo diferença significativa (p- valor=0,1452) entre praticantes ou não. A rotina de alongamento antes e depois dos jogos de beach tennis de beach tennis não é realizada em 53,7%, e estes não apresentaram diferença significativa com o número de lesões quando comparados aos que realizam (p- valor=0,0926).
https://www.merakibeachtennis.com.br/

A prática de condicionamento físico e musculação é realizada pela maioria dos praticantes (73,6%), mas não se mostrou fator de proteção para lesões, também não apresentando diferença significativa (p-valor=0,5926). Existe correlação positiva entre a existência de lesão prévia e o surgimento de nova (p-valor<0,0001*), pois dos que já sofreram lesão, 74,9% tiveram nova no BT. Sexo, IMC, Tempo de prática, Quantas vezes por semana e Tempo de jogo de beach tennis segundo a presença de lesão em n=698 praticantes de beach tennis.

Ano 2022. Quando pesquisamos quais membros eram mais frequentemente lesionados, verificamos que com diferença significativa (p-valor < 0,0001*) o cotovelo foi o mais afetado (23,4%), seguido do ombro (14,0%). Dentre os tipos de lesões relatadas temos a tendinite de cotovelo (80,26%) como a mais prevalente, seguida da entorse e contusão de joelho (61,90%) e tendinopatia de ombro (60,52%). Foram excluídos destes resultados os pacientes que apresentaram múltiplas lesões (20,63%).